A análise desses critérios revela que o terrorismo é, fundamentalmente, uma estratégia de comunicação violenta. Enquanto um homicídio comum termina na morte da vítima, o ato terrorista começa na morte da vítima para enviar uma mensagem a um governo ou sociedade.
Essa distinção é crucial para o monitoramento realizado pelo LAST Brazil. Ao focar no “objetivo sistêmico”, conseguimos separar o ruído da criminalidade comum da radicalização ideológica. O GTD é inclusivo: ele registra ataques mesmo que falhem (tentativas) e inclui danos a infraestruturas, reconhecendo que a sabotagem econômica também é uma forma de terror.