O governo do Reino Unido elevou o nível de ameaça terrorista nacional de “substancial” para “grave”, indicando que um ataque no país é considerado “altamente provável”. A decisão foi formalizada pela agência de análise governamental em decorrência de um incidente ocorrido no bairro de Golders Green, no noroeste de Londres, no qual dois homens foram atingidos por golpes de faca. O ataque foi oficialmente classificado como um incidente terrorista pelas forças de segurança britânicas.
A polícia metropolitana prendeu um suspeito de 45 anos sob a acusação de tentativa de assassinato e o mantém sob custódia. O indivíduo detido, que possui nacionalidade britânica, apresenta um histórico prévio de violência, incluindo uma condenação criminal em 2008 por atacar um oficial e um cão policial, e já havia sido encaminhado ao programa governamental de prevenção à radicalização (Prevent) em 2020. As duas vítimas, dois homens com idades aproximadas de 30 e 70 anos, foram encaminhadas ao hospital e permanecem em condição médica estável.
Após o evento, o Primeiro-Ministro Keir Starmer compareceu ao local do incidente e anunciou a implementação de medidas governamentais que envolvem o aumento do efetivo policial nas regiões afetadas e a tramitação de novas legislações. Em complemento, a Ministra do Interior, Shabana Mahmood, informou o direcionamento de um fundo adicional de 25 milhões de libras para fortalecer a estrutura de segurança física de sinagogas, escolas, centros comunitários e outras instalações vinculadas à comunidade judaica britânica.
As autoridades do país apontaram que o aumento da classificação de ameaça terrorista não responde exclusivamente a este caso de Golders Green, mas reflete uma avaliação de risco mais ampla relacionada ao crescimento do extremismo em território nacional. O governo também indicou a intenção de acelerar propostas legislativas focadas na responsabilização penal de indivíduos que atuem como procuradores e agentes de grupos patrocinados por Estados estrangeiros.
Fonte: BBC, CBS News e The Algemeiner/Reuters
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