O governo dos Estados Unidos publicou a sua Estratégia de Contraterrorismo de 2026, redefinindo as diretrizes de segurança nacional e as categorias de ameaças prioritárias. O documento oficial estabelece três focos principais de combate operacional: narcoterroristas e gangues transnacionais, grupos terroristas de fundamentação islâmica e extremistas violentos de esquerda, além de atores estatais que atuam como patrocinadores. A nova política de segurança delega maior autoridade direta aos comandantes militares para aprovação de operações estratégicas e enfatiza a proibição do uso do aparato de inteligência contra civis americanos por motivações políticas.
No Hemisfério Ocidental, a estratégia documenta uma mudança metodológica e operacional ao designar formalmente os cartéis de drogas e gangues transnacionais como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs). Essa classificação jurídica permite a utilização ampliada de ferramentas militares, cibernéticas e de inteligência para mapear e interromper as cadeias logísticas e financeiras associadas ao tráfico. O planejamento também lista intervenções recentes executadas na região, como operações militares que reduziram o contrabando marítimo em mais de 90% e missões de captura de lideranças estrangeiras ligadas ao narcotráfico e a redes ilícitas.
Nas frentes do Oriente Médio e da África, as operações táticas concentram-se na neutralização dos cinco principais grupos com capacidade tecnológica e logística de realizar ataques externos, com ênfase na Al-Qaeda e no Estado Islâmico (ISIS). O texto da estratégia identifica a Irmandade Muçulmana como a base formadora do terrorismo de fundamentação islâmica, orientando a designação legal de suas filiais regionais como FTOs para asfixiar sistemas globais de recrutamento. Na África, a política afasta-se de projetos de intervenção para construção de Estados, priorizando o apoio prático a governos locais no combate a insurgências armadas e na proteção imediata de comunidades cristãs.
Por fim, a estratégia aponta a prevenção do acesso a armas de destruição em massa por atores não estatais como uma missão de tolerância zero. O aparato governamental norte-americano passou a incluir o fentanil e seus precursores químicos nesta categoria, visando responsabilizar redes criminosas e nações aliadas ao contrabando. Adicionalmente, o documento ratifica o emprego de pressões cibernéticas e campanhas operacionais para degradar infraestruturas de nações adversárias, como o Irã, buscando desmantelar suas capacidades de enriquecimento nuclear e o financiamento contínuo de milícias por procuração.
Link: Leia o comunicado na íntegra em > https://www.whitehouse.gov/priorities/national-security/
Nota editorial: Produção textual assistida por IA (NotebookLM) sob curadoria técnica.