Na quinta-feira, 12 de março, um ataque a tiros foi registrado no Constant Hall, no campus da Universidade Old Dominion (ODU), em Norfolk, Virgínia. O incidente resultou em uma vítima fatal e dois feridos, além da morte do próprio atirador. A vítima que foi a óbito foi identificada como o Tenente-Coronel Brandon Shah, professor de Ciência Militar do programa de Treinamento de Oficiais da Reserva (ROTC) da universidade.
O autor dos disparos foi identificado pelas autoridades federais como Mohamed Bailor Jalloh, ex-membro da Guarda Nacional do Exército dos Estados Unidos e cidadão estadunidense naturalizado, originário de Serra Leoa. De acordo com o diretor do FBI, Kash Patel, o atirador foi subjugado por estudantes e membros do programa ROTC que estavam na sala, ação que interrompeu o ataque.
Jalloh possuía condenação prévia na justiça federal estadunidense por envolvimento com o terrorismo internacional. Em 2017, ele foi sentenciado a 11 anos de prisão após se declarar culpado por tentar fornecer apoio material ao Estado Islâmico (ISIS), tendo sido libertado do sistema prisional em dezembro de 2024. Sua prisão anterior ocorreu em julho de 2016, logo após a aquisição de um fuzil em uma loja no norte da Virgínia.
Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, o histórico do suspeito inclui encontros com membros do ISIS durante uma viagem à África e o posterior contato com um informante do FBI. Na ocasião das investigações que levaram à sua primeira prisão, Jalloh relatou ao informante que considerava realizar um ataque semelhante ao ocorrido na base militar de Fort Hood, em 2009.
Fort Hood
O ataque em Fort Hood ocorreu em 5 de novembro de 2009, em uma base militar localizada perto de Killeen, no Texas. O ataque foi perpetrado pelo Major Nidal Hasan, um psiquiatra do Exército dos EUA que estava prestes a ser destacado para o Afeganistão.
O massacre durou cerca de 10 minutos e resultou na morte de 13 pessoas (12 soldados e 1 civil, além do bebê de uma militar que estava grávida) e deixou mais de 30 feridos. A ação só foi interrompida quando Hasan foi baleado por policiais civis que responderam à ocorrência, o que o deixou paralisado da cintura para baixo. Em 2013, Hasan foi considerado culpado de 13 acusações de homicídio premeditado e 32 de tentativa de homicídio, sendo condenado à morte.
Fonte: FOX 7 Austin
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Nota editorial: Produção textual assistida por IA (NotebookLM) sob curadoria técnica.